Santa Catarina bate recorde histórico em exportações no 1º Semestre de 2025, alcançando US$ 5,85 bilhões

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O faturamento com exportações de Santa Catarina no primeiro semestre de 2025 chegou a US$ 5,85 bilhões, cerca de 6,6% acima do valor registrado no mesmo período do ano passado, de US$ 5,49 bilhões.

Com o aumento, Santa Catarina atingiu o maior faturamento da história com exportações em um primeiro semestre. O resultado é fruto da economia catarinense, que com diversidade e qualidade da produção consegue chegar a mais de 200 destinos em todo o mundo.

Fotos: Ricardo Wolffenbüttel/Arquivo/Secom

O aumento das exportações catarinenses é um contraste em relação à média nacional. Enquanto em Santa Catarina a elevação foi de 6,6% no período, o país registrou estabilização, com recuo de 0,65%. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), do Governo Federal, e foram divulgados nesta sexta-feira, 4.

Conforme o governador Jorginho Mello, o bom desempenho das exportações catarinenses é resultado do reconhecimento internacional do estado. “As exportações de Santa Catarina chegam a mais de 200 destinos em todo o mundo, porque aqui se fabricam produtos competitivos, com qualidade e certificação. Além disso, temos ampliado nossa presença internacional para reafirmar a excelência dos nossos produtos”, afirma.

Exportações de Santa Catarina têm destaque para carnes e geradores elétricos

No primeiro semestre de 2025, o principal produto exportado por Santa Catarina foi a carne de frango, com faturamento de US$ 953 milhões. Na sequência aparece a carne suína, com US$ 850 milhões. Em terceiro lugar estão os geradores elétricos e suas partes, somando US$ 302 milhões. As exportações de madeira (US$ 248 milhões), soja (US$ 229 milhões) e folheados de madeira (US$ 220 milhões) também se destacara

Entre os principais produtos da pauta exportadora, houve variação positiva, por exemplo, na venda de tabaco (75%), papel e cartão (22%), carne suína (21,1%), de frango (7,1%) e de móveis (8,8%). “Santa Catarina está com a economia muito aquecida, resultado de um povo que gosta de empreender e de trabalhar, mas também de um Governo do Estado que, sob liderança do governador Jorginho Mello, estimula o setor produtivo”, afirma o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviço, Silvio Dreveck.

Produtos catarinenses chegam a mais de 200 destinos pelo mundo

Nos primeiros seis meses do ano, os produtos catarinenses chegaram a mais de 200 destinos pelo mundo. O principal destino são os Estados Unidos, que compraram US$ 847 milhões em bens produzidos em Santa Catarina. Os americanos importam principalmente madeira e produtos de madeira, geradores e motores elétricos, bem como móveis.

Em segundo lugar está a China, com US$ 580 milhões adquiridos de Santa Catarina. Os chineses compram principalmente soja, carne suína e carne de frango. O terceiro maior destino das exportações catarinenses é a Argentina, com faturamento de US$ 437 milhões. Na sequência aparecem Japão (US$ 348 milhões), México (US$ 306 milhões) e Chile (US$ 305 milhões).

“A produção de Santa Catarina se destaca pela excelência, resultado da inovação, da dedicação e da competência dos nossos trabalhadores e empresários. Esse compromisso com qualidade faz do estado uma referência nacional e internacional. O aumento das exportações reforça esse reconhecimento, levando a força e o alto padrão da indústria catarinense para o mundo”, reforça o secretário Silvio Dreveck.

Importações cresceram 4,8% no primeiro semestre

Referência pela qualidade dos portos e pela competitividade do setor logístico, Santa Catarina historicamente é a porta de entrada de muitos produtos que ingressam no Brasil, seja para a região Sul ou até para estados do Sudeste e Centro-Oeste. No primeiro semestre, as importações registraram alta de 4,8%, passando de US$ 16 bilhões em 2024 para US$ 16,8 bilhões em 2025

A lista de produtos que chegam em Santa Catarina é puxada pelo cobre (US$ 718 milhões), utilizado como matéria-prima de muitas indústrias catarinenses. Na sequência aparecem partes e acessórios de veículos automotivos (US$ 475 milhões), adubos e fertilizantes (US$ 443 milhões), outras matérias plásticas em formas primárias (US$ 432 milhões) e produtos laminados planos, de ligas de aço (US$ 418 milhões).


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