Hospitais estaduais recebem ventiladores neonatais e ampliam proteção a recém-nascidos

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Com investimento de R$ 3,1 milhões, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) entregou 25 ventiladores pulmonares neonatais a hospitais da rede pública. Os aparelhos reforçam a assistência nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), ampliando a segurança e a qualidade do atendimento prestado aos recém-nascidos.

Foto: Divulgação Ascom SES

“É um investimento estratégico que fortalece a linha de cuidado materno-infantil e amplia a capacidade das UTIs neonatais. Mais do que adquirir equipamentos, o Estado está reafirmando o compromisso com uma assistência pública qualificada, segura e humanizada, com tecnologia de ponta para salvar vidas e oferecer o melhor às famílias catarinenses”, afirmou a superintendente dos Hospitais Públicos do Estado, Tatiana Bez Titericz.

Os equipamentos foram destinados a cinco unidades em diferentes regiões: Hospital Regional de São José (7 unidades), em São José; Maternidade Carmela Dutra (7), em Florianópolis; Maternidade Darcy Vargas (5), em Joinville; Hospital Tereza Ramos (4), em Lages; e Maternidade Dona Catarina Kuss (2), em Mafra. Os ventiladores exercem papel fundamental na terapia intensiva e contribuem diretamente para a redução da mortalidade neonatal.

“Além de ampliar os recursos disponíveis, os ventiladores modernizam o parque tecnológico e garantem mais qualidade e segurança no tratamento dos bebês atendidos. Recentemente, expandimos a UTI Neonatal, fortalecendo o atendimento e aumentando nossa capacidade de cuidado com os recém-nascidos da região”, destacou o diretor do Hospital Regional de São José, Daywson Koerich.

O suporte ventilatório é fundamental nos primeiros dias de vida, período considerado crítico para o desenvolvimento da criança. A tecnologia permite assistência respiratória precisa e individualizada, garantindo oxigenação e troca gasosa adequada, conforme as necessidades de cada paciente.

Na UTI Neonatal, a ventilação mecânica é frequentemente indicada em casos como síndrome do desconforto respiratório, sepse neonatal, malformações congênitas e imaturidade pulmonar. Os aparelhos permitem ajustes finos de volume corrente, pressão e fração inspirada de oxigênio, respeitando a fisiologia do recém-nascido e reduzindo riscos. Também contam com sistemas avançados de monitoramento e alarmes, proporcionando maior estabilidade clínica e acompanhamento contínuo pela equipe de saúde.

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