Série especial 146 anos de Rio Negrinho: a história de Bibi Weick, o fotógrafo que eternizou a memória da cidade

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Dando continuidade às matérias especiais em comemoração aos 146 anos de Rio Negrinho, nesta semana a equipe do Jornal Perfil traz a história de um nome que ajudou a construir e preservar a identidade do município: Siegmar Erico “Bibi” Weick.

Foto Bibi Pricila Pires da Maia

Reconhecido como um dos fotógrafos mais tradicionais da cidade, Bibi dedicou grande parte de sua vida à fotografia, à frente do conhecido estúdio Foto Weick. Por muitos e muitos anos — mais de três a quatro décadas — ele também manteve sua empresa de fotografia em Rio Negrinho, registrando momentos importantes da vida da comunidade e acompanhando de perto o crescimento do município.

Mais do que registrar eventos e pessoas, Bibi tinha um olhar especial para as paisagens. Apaixonado por capturar a beleza natural e os cenários da cidade, ele produziu imagens que até hoje ajudam a contar a história de Rio Negrinho sob diferentes perspectivas. Suas fotografias carregam não apenas técnica, mas também sensibilidade e um profundo vínculo com o lugar onde viveu.

Parte desse legado pode ser vista até hoje. Em uma rua próxima ao terminal de passageiros, quadros expostos ao público retratam imagens históricas da cidade — e entre elas estão fotografias feitas por Bibi Weick, que seguem encantando moradores e visitantes.

Além do trabalho como fotógrafo, Bibi também atuava como pesquisador da história local, reunindo e compartilhando registros antigos que se tornaram importantes documentos da memória do município. Sua contribuição ultrapassou o campo profissional, sendo lembrado também pela participação na comunidade e pelo cuidado em preservar a cultura local.

Siegmar Erico Weick faleceu aos 77 anos, no dia 29 de novembro de 2022. Ele não resistiu a complicações após uma cirurgia realizada no hospital em Mafra. Sua partida deixou um sentimento de perda entre familiares, amigos e toda a comunidade rio-negrinhense.

Bibi Weick já não está mais entre nós, mas deixou um grande legado — e também saudades. Sua forma única de enxergar e registrar os lugares permanece viva em cada fotografia, eternizando momentos, paisagens e histórias de Rio Negrinho.

Ao relembrar sua trajetória, a cidade presta uma justa homenagem a quem dedicou a vida a guardar sua memória. Mais do que fotógrafo, Bibi foi um verdadeiro contador de histórias através das lentes, alguém que ajudou a construir a identidade de Rio Negrinho e que seguirá presente, para sempre, em suas imagens.

Confira algumas fotos registradas por Bibi Weick

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