Os radares de velocidade nas rodovias federais de Santa Catarina voltam a operar a partir de abril. A retomada marca o início de uma nova fase da fiscalização eletrônica no estado, após um período de ausência ou funcionamento parcial dos equipamentos.
A reativação faz parte de um contrato nacional firmado pelo DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), que prevê investimento de R$ 643,3 milhões para instalação, operação e manutenção dos radares em dez estados brasileiros, incluindo Santa Catarina.
Novos radares de velocidade passam a operar a partir de abrilFoto: Divulgação/PRF
Os radares de velocidade nas rodovias federais de Santa Catarina voltam a operar a partir de abril. A retomada marca o início de uma nova fase da fiscalização eletrônica no estado, após um período de ausência ou funcionamento parcial dos equipamentos.
A reativação faz parte de um contrato nacional firmado pelo DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), que prevê investimento de R$ 643,3 milhões para instalação, operação e manutenção dos radares em dez estados brasileiros, incluindo Santa Catarina.
O contrato tem duração de até cinco anos e contempla todo o sistema de controle eletrônico de velocidade, desde a disponibilização dos equipamentos até o registro de infrações nas rodovias federais.
A tivação dos radares de velocidade
A ativação dos radares não acontece de forma imediata em todos os pontos. Segundo o DNIT, a implantação segue um cronograma físico-financeiro previsto no Termo de Referência do Edital nº 054/2025. Na prática, isso significa que os equipamentos começam a operar de forma escalonada, conforme a execução do contrato e a instalação nos trechos definidos.
Os locais onde os radares serão instalados não são escolhidos de forma aleatória. A definição segue a Instrução Normativa nº 43/2021, que estabelece critérios técnicos para priorização dos pontos de fiscalização.
Novos radares de velocidade passam a operar a partir de abrilFoto: Divulgação/PRF/ND Mais
Os radares de velocidade nas rodovias federais de Santa Catarina voltam a operar a partir de abril. A retomada marca o início de uma nova fase da fiscalização eletrônica no estado, após um período de ausência ou funcionamento parcial dos equipamentos.
A reativação faz parte de um contrato nacional firmado pelo DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), que prevê investimento de R$ 643,3 milhões para instalação, operação e manutenção dos radares em dez estados brasileiros, incluindo Santa Catarina.
O contrato tem duração de até cinco anos e contempla todo o sistema de controle eletrônico de velocidade, desde a disponibilização dos equipamentos até o registro de infrações nas rodovias federais.Receba no WhatsApp as principais notícias do dia em primeira mão
A ativação dos radares não acontece de forma imediata em todos os pontos. Segundo o DNIT, a implantação segue um cronograma físico-financeiro previsto no Termo de Referência do Edital nº 054/2025. Na prática, isso significa que os equipamentos começam a operar de forma escalonada, conforme a execução do contrato e a instalação nos trechos definidos.
Segundo o DNIT, a implantação segue um cronograma físico-financeiroFoto: PRF/Divulgação/ND
Os locais onde os radares serão instalados não são escolhidos de forma aleatória. A definição segue a Instrução Normativa nº 43/2021, que estabelece critérios técnicos para priorização dos pontos de fiscalização.
Em Santa Catarina, a expectativa é que os equipamentos sejam instalados ao longo das principais rodovias federais que cortam o Estado, como:
A distribuição exata dos pontos depende da execução do contrato e dos critérios técnicos definidos pelo DNIT.
Entre os fatores considerados estão: histórico de acidentes; volume de tráfego; características da via, como curvas e travessias urbanas velocidade praticada pelos motoristas
A proposta, segundo o órgão, é concentrar a fiscalização em trechos com maior risco à segurança viária.
Fonte da matéria ND+