A Sexta-feira Santa em Rio Negrinho teve, mais uma vez, um significado especial para a comunidade. O espetáculo “A Paixão de Cristo”, apresentado pelo Grupo Teatral Reaviva, celebrou 16 anos de história com uma encenação marcada pela emoção, fé e grande participação do público na Igreja Cristo Rei.
Realizada às 19h30, a apresentação reuniu centenas de pessoas, que lotaram o espaço para acompanhar de perto os últimos momentos de Jesus Cristo retratados no palco. Mais do que um espetáculo, a encenação se tornou, ao longo dos anos, um verdadeiro símbolo de tradição e espiritualidade no município.
Uma história construída com dedicação
Celebrar 16 anos não é apenas marcar o tempo, mas reconhecer uma trajetória construída com empenho e amor pela arte. Para os integrantes do Grupo Reaviva, cada edição começa muito antes da data oficial, com meses de ensaios, preparação de figurinos e organização de toda a produção.
Ao longo de mais de uma década e meia, o grupo vem se reinventando, mantendo viva a essência da apresentação e, ao mesmo tempo, trazendo novidades que tornam cada edição única. O compromisso vai além da técnica: trata-se de transmitir uma mensagem de fé e reflexão por meio da arte.
“Viver os últimos passos de Jesus por meio da arte é uma experiência transformadora. É uma forma de fazer com que o público se sinta parte dessa história”, destacam os organizadores.
Tradição que atravessa gerações
Com 16 anos de apresentações ininterruptas, o espetáculo se firmou como um dos principais eventos cultural-religiosos de Rio Negrinho. A cada edição, novos espectadores se emocionam, enquanto outros retornam, mantendo viva uma tradição que já atravessa gerações.
A união entre arte, fé e comunidade é o que sustenta o sucesso da encenação. Mais do que reviver a Paixão e Morte de Cristo, o espetáculo convida o público à reflexão, à renovação da esperança e ao fortalecimento da espiritualidade.
Para quem esteve presente na Igreja Cristo Rei nesta Sexta-feira Santa, ficou a certeza de que a tradição segue mais viva do que nunca — e que ainda tem muitos capítulos a escrever nos próximos anos.
