Gestão ambiental avança em 2025 com ações integradas e resultados expressivos

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Indústria de Santa Catarina cresce 3,4% no acumulado de 2025

Conforme os dados do IBGE, a indústria catarinense cresceu 3,4% entre janeiro e novembro de 2025 na comparação com o mesmo período do ano anterior. Enquanto isso, a indústria brasileira registrou elevação menor, de apenas 0,6%.

O resultado positivo em Santa Catarina é puxado por segmentos como a fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos, que avançou 12,3%. Em seguida estão a fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, com 7,8%, bem como a fabricação de máquinas e equipamentos, com variação de 5,9%. 

“A indústria catarinense conta com apoio do Governo do Estado por meio do Prodec e Pró-Emprego, entre outros benefícios voltados a auxiliar o setor. Esse incentivo, aliado a uma indústria diversificada e que produz com excelência, garantiu um desempenho acima da média. Isso apesar dos desafios nacionais e internacionais que marcaram o ano de 2025”, destacou o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Silvio Dreveck.

Comércio e serviços também avançam

Entre janeiro e novembro o comércio somou elevação de 5,7% em Santa Catarina, ante alta de 1,5% no Brasil. O resultado é quase quatro vezes superior à média nacional. No estado, segmentos como vendas de artigos de uso pessoal e doméstico, com expansão de 10,2%, e hipermercados e supermercados, com elevação de 7,3%, foram os destaques do período.

Outros segmentos do comércio, como vendas de artigos farmacêuticos, cosméticos e perfumaria (5,1%), livros, jornais, revistas e papelaria (4,1%), assim como equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (4%), também tiveram avanço. 

Alta no consumo puxa setor de serviços

No setor de serviços, Santa Catarina somou um crescimento de 3,7%, frente a uma variação de 2,7% do Brasil. Os destaques são os serviços profissionais, administrativos e complementares, com alta de 7%, serviços de informação e comunicação, com 5,1%, e serviços prestados às famílias, com 4,3%. 

“Santa Catarina cresce em ritmo acelerado e tem a menor taxa de desemprego do país. Ou seja, o mercado de trabalho aquecido garante mais renda para o catarinense e então ele compra mais no supermercado, na farmácia e nas lojas. Além disso, tem mais condições de fazer uma viagem ou ir ao restaurante. Esse aumento no consumo cria novos empregos e gira toda a roda da economia”, acrescenta o secretário Silvio Dreveck. 

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